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segunda-feira, 18 de abril de 2011

DIA NACIONAL DO LIVRO INFANTIL






COMEMORAMOS ESSE DIA SIGNIFICATIVO ,NA ESCOLA FRANCISCA MORAES ,NO ANCURÍ. A FESTA FOI LINDA!!!TIVE A ALEGRIA DE RECEBER ESSE MARAVILHOSO PRESENTE.

quarta-feira, 30 de março de 2011

BAZAR DAS LETRAS DO SESC







PARTE DE UM TEXTO, QUE RECEBI DE UMA PESSOA QUE ESTAVA NO BAZAR DAS LETRAS

A criança dentro de mim
que estava triste,
começou a se alegrar,
afinal, as bolinhas de sabão,
foram como que varinhas mágicas
que transformaram meu coração,
meu pensar , meu agir.

Sua história de vida
Me inspirou e me ensinou
Que devo continuar a lutar
Pela ARTE LITERÁRIA
que dentro de mim está.
Suas palavras e suas bolinhas de sabão
Foram como gotas d’água, orvalho,
No solo seco, ardente
Lá do meu Sertão Nordestino
Que aprendeu desde menino
Amar seu pedaço de chão.

Obrigada cara Fabiana
Por esta Lição de Amor!!!

Carinhosamente

Laudecy Ferreira

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

O DRAMA DE EROS

O verdadeiro e mais profundo sentido de Eros não é a satisfação individual do homem e da mulher, nem tampouco a procriação da prole. Eros tem um back-ground, um fundo ou substrato de natureza metafísica, cósmica, universal, que não é conscientemente percebido pelos sexos. Por detrás da conhecida profundidade da libido canta a ignota sacralidade de Eros...

Esse substrato cósmico de Eros é o anseio pelo retorno à fonte universal de todas as coisas individuais. Os indivíduos orgânicos, resultantes da união dos sexos, representam um processo centrífugo, dispersivo, rumo à periferia. Por que é que Eros tem o poder de individualizar novas vidas? Unicamente porque, no ato sexual, retorna ao oceano imenso da vida cósmica experimentando, geralmente, na estranha embriaguez do orgasmo voluptuoso.

A eterna Realidade não tem sexo. O Absoluto é essencialmente assexual. O homem – isto é, o ser humano como tal, o homo, o ântropos, o Mensch; não o vir, o anér, o Mann – desconhece sexo. A ramificação em dois sexos é o primeiro passo para a individualização do homem universal.

Entretanto, o homem assim individualizado em macho e fêmea conserva nas incônscias profundezas da sua natureza a reminiscência do que foi na sua fase pré-sexual e o que continua a ser, mesmo agora, na íntima essência do seu ser humano. Essa silenciosa nostalgia do seu estado puramente humano, pré-masculino e pré-feminino, ecoa perenemente em cada uma das células do varão e da mulher. A união sexual é uma tentativa de retorno dos dois ramos da árvore humana, macho-fêmea, ao tronco único da natureza humana como tal; o vir e a fêmina anseiam pelo homo; o anér e a gyné suspiram pelo ânthropos; o Mann e a Weib tentam reconstruir o Mensch.
Rohden